Archive for the ‘Java’ category

Abertas inscrições para o JBoss In Bossa 2010

April 10th, 2010

Ainda que tarde, vale a pena anunciar.

Foram abertas as incrições para o JBoss In Bossa 2010 que acontecerá em São Paulo dias 7 e 8 de maio. O evento é o maior da América Latina relacionado a JBoss e contará com a presença de palestrantes internacionais como o Peter Muir (project lead do Seam e do Weld), Benjamin Mestrallet (CEO da eXo Platform) e Mauricio Salatino (CTO da PlugTree).

Veja alguns dos principais assuntos previstos na agenda:

  • O novo JBoss 6
  • Tuning JBoss
  • Java Persistence API
  • Seam
  • Weld
  • Contexts and Dependency Injection
  • Java ServerFaces 2.0
  • Teiid
  • Drools
  • Jopr
  • E a lista continua..

É uma ótima oportunidade para conhecer pessoalmente alguns nomes de peso na comunidade e fazer networking. Se inscreva!

Acompanhe também o evento via @jbossinbossa.

Implementando testes com mock objects

July 20th, 2009

Ok, estou convencido que usar mock objects é uma boa idéia mas como faço isso? A princípio não é qualquer código que está pronto para ser testado usando-se mocks, ele precisa ser escrito de uma forma a possibilitar isso.

No geral escrever código de tal forma que seja testável é uma boa prática e indica que ele segue alguns princípios de projeto que o tornam fracamente acoplado, aumentam sua manutenibilidades, etc.

Vejamos um exemplo de código que deva ser alterado para se tornar testável:

public class CustomerFacade {
 
	private CustomerDao customerDao;
 
	public CustomerFacade() {
		customerDao = new CustomerDaoImpl();
	}
 
	public void hireCustomer(Custumer custumer) { ... }
 
	public void fireCustomer(Custumer custumer) { ... }
 
}

Como já devo ter dito, não sou muito bom de exemplos.. Mas acho que esse ai está bem ilustrativo, embora para alguns DAO possa parecer meio arcaico. Deixei as reticências para a imaginação de vocês.

Existem 3 formas de se alterar esse código, as duas primeiras se usam de técnicas de bom projeto e melhoram a qualidade do software:

1. Dependency Injection (DI)

O mais simples e limpo. Foi a forma usada para injetar os mocks no exemplo do post passado:

public class CustomerFacade {
 
	private CustomerDao customerDao;
 
	public void setCustomerDAO(CustomerDao customerDao) {
		this.customerDao = customerDao;
	}
 
	public void hireCustomer(Custumer custumer) { ... }
 
	public void fireCustomer(Custumer custumer) { ... }
}

Basta agora, na hora de testar injetar não o componente real, mas seu mock.

public class CustomerFacadeTest {
    private Mockery context = new Mockery();
 
    public CustomerFacadeTest() {
    	context = new Mockery();
    }
 
    @Test
    public void testHire() throws Exception {
        // set up mock
    	final CustomerDao customerDao = context.mock(CustomerDao.class);
 
        // test state
    	CustomerFacade customerFacade = new CustomerFacade();
    	customerFacade.setCustomerDAO(customerDao);
 
        // expectations
        context.checking(new Expectations(){{
	        oneOf(customerDao).save(12);
        }});
 
        // execute
        customerFacade.hireCustomer(new Custumer(12));
 
        // verify
        context.assertIsSatisfied();
    }
 
}

2. Factory Method

Uma técnica um pouco mais embolada mas que ainda assim trás melhorias para o código consiste na extração de um Factory Method:

public class CustomerFacade {
 
	private CustomerDao customerDao;
 
	public CustomerFacade() {
		customerDao = createCustomerDao();
	}
 
	protected CustomerDao createCustomerDao() {
		return new CustomerDaoImpl();
	}
 
	public void hireCustomer(Custumer custumer) { ... }
 
	public void fireCustomer(Custumer custumer) { ... }
 
}

Notem que o createCustomerDao() é protected, isso porque na hora de usá-lo nos testes vamos estender essa classe e sobrescrever o createCustomerDao() para retornar um mock:

public class CustomerFacadeTest {
    private Mockery context = new Mockery();
 
    public CustomerFacadeTest() {
    	context = new Mockery();
    }
 
    @Test
    public void testHire() throws Exception {
        // set up mock
    	final CustomerDao customerDao = context.mock(CustomerDao.class);
 
        // test state
    	CustomerFacade customerFacade = new CustomerFacade() {
 
		@Override
		protected CustomerDao createCustomerDao() {
			// return the mock instead!!
			return customerDao;
		}
 
    	};
 
        // expectations
        context.checking(new Expectations(){{
	        oneOf(customerDao).save(12);
        }});
 
        // execute
        customerFacade.hireCustomer(new Custumer(12));
 
        // verify
        context.assertIsSatisfied();
    }
 
}

3. Aspect Oriented Programming

Essa é uma técnica workaround, e é para quando realmente não há jeito de usar-se as outras técnicas. Com ela não é preciso alterar código algum, apenas criar um point cut que intercepte a instanciação do CustomerDaoImpl. O test case é o seguinte:

public class CustomerFacadeTest {
	private Mockery context = new Mockery();
	private CustomerDaoImpl customerDao;
 
	public CustomerFacadeTest() {
		context = new Mockery();
		// so we can mock a concrete class
		context.setImposteriser(ClassImposteriser.INSTANCE);
 
		customerDao = context.mock(CustomerDaoImpl.class);
	}
 
	// returns the mock instance in test context
	public CustomerDaoImpl getCustomerDao() {
		return customerDao;
	}
 
	@Test
	public void testHire() throws Exception {
		// test state
		CustomerFacade customerFacade = new CustomerFacade();
 
		// expectations
		context.checking(new Expectations(){{
			oneOf(customerDao).save(12);
		}});
 
		// execute
		customerFacade.hireCustomer(new Custumer(12));
 
		// verify
		context.assertIsSatisfied();
	}
 
	public String print() {
		return("adasda");
	}
 
}

E criando-se o aspecto em AspectJ:

public aspect InstanciatingAspect{
 
	// intercept only from CustomerFacadeTest
	pointcut testing(Object test) :
		this(test) &&
		execution(public void CustomerFacadeTest.*());
 
	// intercept CustomerDaoImpl instantiations
	pointcut instanciateCustomerDao(Object test) :
		cflow(testing(test)) &&
		call(CustomerDaoImpl.new(..));
 
	Object around(Object test) : instanciateCustomerDao(test) {
		// get a hold of the mock instance made public by our test case
		CustomerDaoImpl customerDaoImpl = ((CustomerFacadeTest) test).getCustomerDao();
		// return the mock reference instead
		return customerDaoImpl;
	}
}

Como visto, a única dificuldade é que o aspecto deve retornar uma instância do mock que tenha sido criada no contexto do test case.Para tanto instanciamos o mock no test case e o tornamos acessível através do getCustomerDao(). Feito isso, ao interceptarmos no aspecto a criação do CustomerDaoImpl() nós a substituímos pela referência obtida do test case.

Estrutura de um projeto Seam

August 30th, 2008

O seam-gen é um gerador de scaffolding muito útil para quem programa em Seam. O seam-gen em si é uma ferramenta CLI, mas o JBoss Tools nos dá uma GUI para facilitar nossa vida. Bom, então o primeiro passo é instalar o plugin do JBoss Tools. É só baixar do site deles e descompactar no diretório do Eclipse, nada de mais.

Você notará que serão adicionadas várias perspectivas, entre elas, a Seam. Vamos selecionar essa perspectiva e criar um novo Seam Project. Com isso já temos um projeto funcional com segurança, apresentação de erros, e conexão com banco de dados. Também é criado um projeto <projeto>-Test para testes. Vamos entender um pouco do que nos foi gerado.

  1. classe usada pelo Seam para autenticaçãoseam-gen-structure
  2. arquivo chave. Indica ao Seam que ele deve procurar nesse diretório por componentes
  3. persistence.xml do JPA
  4. arquivo com algumas propriedados a serem substituidas pelo Ant no components.xml
  5. import.sql do Hibernate
  6. mensagens para internacionalização
  7. arquivo Drools com regras de autorização
  8. datasource gerado para o JBoss
  9. arquivo de configuração do Seam (componentes, integração)
  10. arquivo de configuração WAR do JBoss
  11. arquivo de configuração do Seam (regras de fluxo, segurança, controle de conversação)
  12. similar ao arquivo pages.xml, mas específico para o login.xhtml
  13. arquivo de configuração do plugin Hibernate Console

Vamos ver por alto algumas configurações interessantes. Na parte de segurança temos no components.xml:

<event type="org.jboss.seam.security.notLoggedIn">
<action execute="#{redirect.captureCurrentView}"/>
</event>
<event type="org.jboss.seam.security.loginSuccessful">
<action execute="#{redirect.returnToCapturedView}"/>
</event>

O Seam possui o conceito de eventos. Eventos são mensagens que podem ser capturadas ou lançadas, no estilo broadcast. O Seam em si lança vários eventos e podemos capturar esses eventos através de XML, como no exemplo acima. O trecho acima está invocando métodos do componente built-in #{redirect} quando eventos de segurança forem lançados. Ele especifica que a view id JSF deve ser salva quando o usuário não-logado tentar acessar uma página restrita e que essa view id deve ser restaurada uma vez que ele se autentique.
Um outro trecho especifica que componente é responsável pela autenticação:

<security:identity authenticate-method="#{authenticator.authenticate}"
security-rules="#{securityRules}"
remember-me="true"/>

E no pages.xml dizemos que página deve ser utilizada para login:

<exception class="org.jboss.seam.security.NotLoggedInException">
<redirect view-id="/login.xhtml">
<message>Please log in first</message>
</redirect>
</exception>

Aqui temos um tratamento de exceção bem parecido com o de servlets que definimos no web.xml. O usuário será redirecionado para a página login.xhtml e uma mensagem JSF será adicionada.
Se olharmos no login.pages.xml vemos ainda:

<navigation from-action="#{identity.login}">
<rule if="#{identity.loggedIn}">
<redirect view-id="/home.xhtml"/>
</rule>
</navigation>

O que nos lembra bastante as navigation rules JSF. De fato parecem muito, mas as extendem em funcionalidade, podendo não só enviar o usuário para outra página como também lançar um evento, executar um método para avaliar qual será a próxima página, e algumas coisas mais avançadas.

O objetivo desse post é apenas nos familiarizar mais com o Seam e dar uma visão sobre o scaffold que nos foi gerado de base e que iremos usar para desenvolver nossa aplicação. Ainda vamos falar com mais detalhes de eventos, componentes e configurações.

Parte I: O que é Seam?

August 12th, 2008

Como recebo vários hints no post JBoss Seam no Tomcat, resolvi escrever mais sobre Seam. Esse post abre uma série de tutoriais de Seam.

Seam é um framework muito amplo. Pegue alguns dos frameworks mais representativos, ponha algumas práticas de desenvolvimento e misture: assim que vejo o Seam. O Seam em sua plenitude usa os frameworks: EJB3, JSF, Facelets, Hibernate, Hibernate Validations, Richfaces, Ajax4JSF, jBPM, Drools (qualquer associação ao nome JBoss é mera coincidência). É muita coisa. Mas ele não só usa esses frameworks, ele também provê uma integração entre eles, disponibiliza componentes built-in (à la Spring, cujo qual inclusive pode-se integrar) e introduz algumas melhorias sobre eles. Além disso ele apregoa algumas práticas como desenvolvimento orientado a componentes e desencoraja outras, como desenvolvimento em camadas.

Vou deixar de lado o que cada framework faz, pois não entra no mérito do que o Seam tem a oferecer. Dando um enfoque bem prático, o Seam:

  • Reduz plumbing code do JSF. Quem já programou com JSF sabe do que estou falando (Não? FacesContext? faces-config.xml?).
  • Resolve o infame problema do “back button” em JSF. E reload, e bookmarking, e …
  • Facilita o uso de JPA. Tem um código cheio de merges()? Usa uma long-running transaction num page flow?
  • Possibilita page flows usando o jBPM.
  • Permite aplicações multi-windows. E finalmente poder clicar “Abrir em nova janela” nos links!
  • Permite o uso de workspaces. Como no Linux.
  • Faz uso extensivo de anotações. Mas também permiti o uso de XML.
  • Possui uma penca de tags JSF. Uns muito úteis, uns bem exóticos…
  • E muito mais!

Dada essa introdução, vou detalhar nos próximos posts cada um desses itens dizendo como realizamos eles com o uso so Seam. Esse blog não é sobre Seam, então esperem outros posts no meio. Até mais!

referência: http://docs.jboss.com/seam/latest/reference/en-US/html/Book-Preface.html

JBoss Seam no Tomcat

July 28th, 2008

Quem está começando a aprender JBoss Seam pode ter a impressão que ele roda apenas no JBoss AS, o que não é verdade. Devido à maioria da documentação ser provida pelo pessoal do JBoss é claro que tudo é feito tendo-se em mente o AS deles. Mesmo quem sabe ser possível rodar sobre outros ASs, muitas vezes não tem idéia de como fazê-lo.

O Seam em si não é um serviço no JBoss, mas sim um framework, o que possibilita sua utilização em vários ASs. Caso não seja usada nenhuma facilidade EE (ou mesmo algumas que o Seam cobre), é possível fazer o deploy de uma aplicação Seam até mesmo sobre um simples container web como o Tomcat e esse post sobre esse caso.

Sendo o Seam uma biblioteca, dificuldades em fazer deploy em containers se limitam a conflitos e dependências. Mas quem já usou Seam sabe da grande mão na roda que é o seam-gen para geração de scaffold (inclusa no JBoss Tools). O problema é que o scaffold gerado é feito para o JBoss.

Então nossos esforços serão basicamente mudar configurações do JBoss para o Tomcat e passar para o Seam o tratamento de features enterprise. As instruções são para o seguinte ambiente:

  • Eclipse 3.3.2 com JBoss Tools 2.1.1.GA
  • JBoss Seam 2.0.3.CR1
  • Apache Tomcat 6.0.16

Vamos lá:

  1. Já que estamos rodando num container web não temos o controle transacional provido pelo AS, então devemos passá-lo para o Seam.
  2. No persistence.xml alteramos o transaction-type da persistence-unit para RESOURCE_LOCAL e removemos a property hibernate.transaction.manager_lookup_class. Vamos mudar também a linha do data source, para utilizar ENC. Ela deve refletir:

    <non-jta-data-source>java:comp/env/jdbc/meuDatasource</non-jta-data-source>

    Note que aqui perdemos a possibilidade de transações distribuídas.

  3. Vamos definir agora no components.xml que o Seam será responsável pelo controle transcional. Adicionamos a seguinte linha:
  4. <transaction:entity-transaction entity-manager="#{entityManager}"/>

    Onde #{entityManager} é o nome da managed-persistence-context, que é o persistence context que será usado pelo Seam nas conversações. A definição do namespace:

    xmlns:transaction="http://jboss.com/products/seam/transaction"
    xsi:schemaLocation="http://jboss.com/products/seam/transaction http://jboss.com/products/seam/transaction-2.0.xsd"
  5. Para finalizarmos com essa parte de persistência falta apenas criar o próprio datasource. Quem usa o Sysdeo deve ir nas propriedades do Tomcat Project fazer isso, mas quem usa o WTP (usem!) não tem essa opção. Ao invés disso podemos usar o esquema de deploy de contexto do Tomcat. Crie um arquivo context.xml em seu WEB-INF/META-INF contendo seu data source. No meu caso:
  6. <?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
    <Context>
    <Resource name="jdbc/meuDatasource" type="javax.sql.DataSource" driverClassName="org.hsqldb.jdbcDriver" url="jdbc:hsqldb:meuBD" username="sa" password="" auth="Container" maxActive="20" maxIdle="5" maxWait="10000"/>
    </Context>
  7. Por último temos que adicionar as seguintes bibliotecas que não vêm no Tomcat:
  8. persistence-api.jar
    hibernate.jar
    hibernate-entitymanager.jar
    hibernate-validator.jar
    hibernate-annotations.jar
    dom4j.jar
    jta.jar
    hibernate-commons-annotations.jar
    cglib-nodep.jar
    antlr.jar
    jboss-common-core.jar

    jsf-api.jar
    jsf-impl.jar

    commons-logging-1.1.1.jar
    commons-collections-3.2.1.jar
    javassist.jar

    A maioria delas pode ser achada na pasta lib do Seam. No meu caso criei uma User Libraries e as marquei como dependência para a Web Library, assim organizo meus jars e torno mais fácil a adição desses frameworks em projetos futuros.

Assumi que se sabe somo criar um projeto Seam. Deixei a idéia de um tutorial básico de lado, quero ainda falar do uso do JBoss Tools para geração de código e um pouco da integração com o Drools e com o jBPM (muito interessante!!).

Dêem o feedback sobre o que querem ler! Que se houver muita manifestação de interesse faço um post, até se for o caso, sobre o gorado tutorial ou o passo-a-passo para a criação de um projeto Seam.

referência: Edem Morny’s Tech Blog

Rapidinha: pull vs push MVC

June 24th, 2008

O padrão push é o de mais tradição, nele os dados são previamente carregados e disponibilizados para a camada de apresentação. Na prática: por exemplo o Struts com sua Action carregando os dados no request para serem usados na JSP.

No padrão pull a camada de apresentação é quem faz as chamadas aos componentes que irão lhes retornar os dados. Na prática: pro exemplo a página JSF invocando um getter no backing bean.

Resultado: no padrão do Struts muitas vezes os dados são gerados de forma que não podem ser facilmente reutilizados. Por outro lado JSF torna a reutilizacão muito mais clara e direta, através de componentes, no melhor estilo OO. Pessoalmente vejo a relação página-objetos muito mais intuitiva do que página-ação.

Treinamento Seam

June 10th, 2008

Começei essa semana no treinamento JB170 JBoss: SEAM Essentials, da Red Hat. Ele está sendo ministrado pelo João Paulo na Mirante. Nunca havia mexido com Seam embora já tivesse lido bastante sobre em artigos. É uma palavrinha que vem aparecendo cada vez mais no dia-a-dia de quem mexe com tecnologia e muitos livros vêm sendo lançados.

Tive a primeira aula ontem e me pareceu ter idéias muito interessantes. Os não tão atuais esforços de padronizar a idéia do Seam sobre a JSR 299 (Web Beans) deverão dar um maior impulso e maior adesão ao Seam. Vejo vários indícios de um futuro próspero para esse framework.

Acabado o curso pretendo dar um overview sobre o Seam e quem sabe fazer um tutorial ao longo de vários posts. Aguardem!

Sun Certified Web Component Developer for the Java Platform, Enterprise Edition 5 (CX-310-083)

June 2nd, 2008

Hoje foi a vez da prova de Web Component Developer. Passei com 76%, bem apertado mesmo. Estudei unica e exclusivamente SCWCD Exam Study Kit, único livro na biblioteca da empresa sobre o assunto. Faltando apenas 10 minutos para o início do meu exame meu nome ainda não havia aparecido no sistema e a recepcionista teve que contactar o pessoal do Prometric. Tudo certo, fui ao exame.

Aquelas típicas perguntas pré-teste pareceram maiores e foram um tanto chatas de se responder. No mais o tempo para essa prova, assim como a de SCJP, também foi muito grande. Sai da sala com ainda 1:20 para o término da prova.

A prova começou fácil e não assustou muito. Algumas questões bem de decorar, eu já sabia que iam cair. E muita coisa sobre tags, inclusive JSTL. Não esperava que fosse ser cobrado do jeito que foi. Tive que fazer uma força para lembrar dos velhos tempos em que usava Struts. Gostaria de ter estudado com mais afinco, estava imaginando que ela fosse ser muito tranquila de se fazer com o que uso no dia-a-dia.

Quick one

May 26th, 2008

This one is for all of you who (like me) keeps wasting time using commands such as find, jar and grep each time you get a classpath error:

#!/bin/bash
if [ "$1" = "" ]; then
	echo "Usage: jarfind REGEXP";
	exit;
fi

for d in `find . -name '*.jar'` ; do
	FILES=`unzip -l $d | cut -c 29- | egrep ''$1''`;

	if [ "$FILES" != "" ]; then
		echo "$d";

		for f in $FILES ; do
			echo " - $f"
		done
	fi
done

I’ve chose to use unzip instead of jar since it’s far more commonly seem. Move it to /usr/local/bin/jarfind (well, that’s a little personal) and chmod it to +x.

I works searching all jars under the current directory for a regular expression, most commonly a simple class name. It returns the jar’s names and all corresponding class matches.

I’m not a bash programmer, so it may not look that pretty to experienced bash programmers, but it looks beautiful to me, as it saves me a lot of time =). Feel free to make any comments.

EDIT:

first known bug: doesn’t escape special characters in paths =/

Sun Certified Programmer for the Java Platform, Standard Edition 6 (CX-310-065)

April 6th, 2008

Fiz quinta passada a prova de SCJP 6. Foram 72 questões e passei com 86%. Como já tinha experiência com Java, deixei para estudar apenas quando terminasse a prova da IBM.

Como fonte de estudo usei o livro da Katherine Sierra, já consagrado entre todos os test takers do SCJP. Usei também o Sun Academic Initiative do qual fiz apenas os simulados, mas me pareceu ter um bom material para estudo. Dei umas clicadas também no Scjp Faq do JavaRanch, que tem um material talvez até extenso demais.

A prova foi tranquila e deu para acabar faltando ainda 1:30 de prova. Tive um susto durante a prova: o programa deu um erro, travou e fechou. Nisso eu estava no meio da revisão da prova, agora imaginem a minha reação… Depois do técnico reiniciar o computador (é Windows), o programa da Prometric me mostrou a prova de onde havia parado. Foi um alívio.

Acostumado com as interfaces dos mocks, tive uma agradável surpresa ao ver a interface do programa da Prometric. Os códigos maiores eram postos em janelas a parte de forma que dava para organizar a melhor a vizualização, os drag and drops, também foram bem feitos e a única coisa de que não gostei é que não se podia revisar as questões de drag and drop sem que se perdesse as respostas dadas.